A Volkswagen revelou um novo projeto conceitual de carro elétrico com design inspirado no New Beetle (o “Novo Fusca”). Trata-se do E-Bugster, veículo com visual mais masculino, traços futuristas e rodas de aro 20. O carro elétrico usa um sistema semelhante a outro veículo revelado recentemente pela companhia, o Golf híbrido. O conceito do E-Bugster, por sua vez, é trazer um motor de baterias de lítio que, de acordo com a fabricante, tem autonomia de 160 km, e funciona com diferentes tipos de carregadores — incluindo carregadores rápidos que podem completar mais da metade da bateria em cerca de 30 minutos. O motor do New Beetle elétrico é de 114 cavalos. Há, ainda, uma indicação no painel para a carga da bateria e o consumo. Não é a primeira vez que a Volkswagen apresenta um modelo voltado para “corrida” do New Beetle. Em 2005, na exposição automobilística Detroit Auto Show, a fabricante exibiu o conceito do Ragster. Com tantos carros híbridos e elétricos a serem lançados no mercado neste e no próximo ano, espera-se que a Volkswagen dê sinal verde para a produção do E-Bugster. Por: Globo.com
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
HiFi um clássico no vinil
Homenagem a HiFi discos, pela trajetória de sucesso na venda dos "long play" & K-7. A Hi-Fi foi um marco para a cidade de São Paulo, Hélcio Serrano, o rotundo proprietário faz criticas durissímas à indústria do disco e, com total razão, destila seu veneno contra a politica das gravadoras em atender somente e preferencialmente os magazines. Não teve nada a ver com a crise por que passa toda a indústria fonográfica nacional, diz o proprietário, Hélcio Serrano. Mas, após 45 anos de funcionamento, a Hi-Fi, talvez a mais tradicional loja de discos de São Paulo, fechou suas portas para sempre. "A idéia de sair se deve ao fato de que estou coroa e quero aproveitar a vida. Vou emagrecer num spa e depois vou para Miami, vou viajar de navio pela Ásia", simplifica Serrano, 67 anos. "Quis me livrar porque não se consegue manter um negócio sem a personalidade do dono. A característica da loja, de sempre manter uma linha de música de qualidade, quem dava era eu." Ele nega relações entre o fechamento da Hi-Fi (que viveu sua época áurea na rua Augusta, chegou a ter várias filiais e se mantinha no shopping Iguatemi) e de qualquer suposta crise do que chama de "música de qualidade": "Sempre tive para vender todo tipo de porcaria. O que não admitia era que as porcarias tocassem na loja. Assim pude me tornar o mais antigo no mercado e manter três ou quatro gerações de consumidores qualificados. Mas agora a música virou merda. Não se faz mais nada, é tudo uma caca." Não economiza críticas às atuais estratégias da indústria: "No Brasil, dos anos 80 para cá, tentamos copiar o esquema americano descartável. Tudo ficou fabricado, as gravadoras passaram a pagar para colocar os artistas na TV. Axé, pagode ou caipira bossa nova, tudo ficou igual. A música está muito comestível, digestiva".
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
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